Em alguns posts eu expliquei que esse ano não foi exatamente bom para mim. Por isso resolvi fazer uma coisa que quase nunca coloco no papel, nesse caso, no blog. New Year Resolutions, ou seja, objetivos para alcançar no novo ano. Cada meta explicarei.

1. Aprender a tocar um novo instrumento: Eu toco violão, não com perfeição, mas acho que toco bem e nesse ano que virá quero aprender algum instrumento de sopro, acho que sax é uma boa opção porque sempre achei interessante.

2. Aprender a cozinhar: Esse é um desejo de tempos que nunca coloquei em prática, aqui perto tem um curso profissionalizante e realmente quero aprender. Vai ser ótimo pra quando eu for morar sozinho.

3. Passar em uma faculdade federal: Não sei se tenho força de vontade o bastante para me mataaaar de estudar e passar, mas o curso que estou pensando em fazer não é tão difícil, então acho que não será uma meta impossível.

4. Perder peso: Estou obeso, isso nunca me incomodou muito, mas agora esta influenciando muito na minha vida sexual que esta se resumindo a água no deserto. Não quero entrar na acadêmia e ficar marombado, mas quero emgracer um pouco.

5. Passar a próxima virada de ano com meus amigos: A virada de ano de 2006/2007 foi inesquecível, eu e todos os meus melhores amigos na época nos reunimos na praia e foi diversão sem tamanho. De 2007/2008 foi um pouco pior, um pouco surpreendemente quando já havia perdido as esperanças e um pouco triste. Esse ano merece uma virada digna, com as principais caracteristicas do próprio, solidão, pensamentos e tristeza. Resolvido e planejado que 2008/2009 serei eu sozinho em casa com algumas garrafas de cerveja importada de qualidade, dois charutos e a trilogia do Senhor dos Aneis. Em 2009/2010 quero uma bebedeira louca com meus melhores amigos, não dispenso.

6. Viajar+Shows internacionais: Juntos porque aqui no Espirito Santo quase nunca tem um show internacional interessante. Esse ano tive que ir pro RJ ver o show do The Offspring, que foi dukaralho, aliás foi uma das coisas que ajudou a não deixar meu ano pior do que péssimo. Ano que vem espero ir em pelo menos três. Rio, São Paulo, Minas ou qualquer outro lugar que não fique tão caro, tanto faz.

Acho que ja é o bastante, se eu continuar escrevendo eu acabo não fazendo nada.

Ontem ouvindo rádio topei com essa música que antes era desconhecida pra mim. Na verdade ouvi pela metade, quando apertei o botão do aparelho de som que diz tuner/band o vocalista estava gritando a frase do titulo. Uma puta coincidência, porque a frase entrava e meio que definia um assunto que eu estava remoendo no fim de semana. Eu preciso mudar. Acho que não tenho coragem o bastante pra ir morar sozinho em outro estado, então tento convencer minha mãe a ir comigo. O que não seria impossível, levando em conta que o namoro dela está ficando mais sério e que seu namorado a convida exaustivamente para ir morar em São Paulo. Morar em SP seria maravilhoso, por um lado porque é um lugar enorme e aonde encontramos diversos tipos de pessoas, seria um lugar em que facilmente eu encontraria uma tribo, por outro lado porque seria uma mudança e qualquer mudança é bem vinda no momento.

Mas tem um porém, sempre tem um porém, e nesse caso ele é: Eu não quero abandonar meus amigos. Porra eu gosto deles pra caralho mesmo, acho que tirando sexo e comer – na maioria das vezes – sair com eles, ficar com eles, beber com eles ou rir com eles, tanto faz, é o que eu mais gosto de fazer. Ficar a uma viagem de 15 horas de ônibus deles seria realmente ruim. Então eu, inseguro como sou, penso que talvez isso só faça diferente para mim, que pra eles o fato de eu ir ou não, faria pouca diferença. Ainda mais em um momento como esse, em que nossa turminha do barulho se desfaz aos poucos, pedaço por pedaço e tenho cada vez mais medo de ser o último e ter que fechar essa porta.

E então vem a frase, talvez um adeus seja uma segunda chance, é notável que minha vida não esta como eu queira, principalmente esse ano que foi de longe o pior de todos. Pouco de bom aconteceu, nem de saúde posso me orgulhar mais. Não tive nem metade dos momentos felizes que tive o ano passado, tive mais decepções e momentos de clareza que em qualquer outro dos meus vinte anos, e não estou falando daquela claridade boa, que te mostra o caminho, estou falando daquela que era melhor ter ficado na escuridão ou aquela que talvez você mantivesse na escuridão.

Talvez eu seja mais um chato me fazendo de vítima, mas se a única coisa que me vem em mente no momento é reclamar então é isso que farei. Mas não vou ficar aqui com a pança dobrada escrevendo no blog todas as minhas reclamações de fim de ano. Ano que vou todas as faculdades federais possíveis em outros estados. Vamos ver o que vai dar.

Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem da minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir ás minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado de alma e sim um signo do zodíaco.

Gabriel García Márquez em Memória de minhas putas tristes.

Esse povo não se define. Todos dizem que adolescência é um momento de mudanças radicais, eu humildemente concordo em parte. A adolescência é um momento de definição, de descobrimento. É na adolescência que os homossexuais, mesmo não admitindo, se descobrem. É na adolescência que sabemos que tipo de música queremos que nossos filhos ouçam. E nela descobrimos o sexo e definimos como gostamos, aonde gostamos ou se gostamos.

Talvez seja arrependimento, mas quando em um ano, metade de amigos antigos se transformam em evangélicos praticantes, não posso deixar de pensar no que está acontecendo. O que está acontecendo com fazer o que gosta? O que está acontecendo com não ligar para o final? Na verdade isso nunca aconteceu, todo mundo liga pro final. Quer dizer, quase todo mundo. Por um momento, lá pelos 15 e 16 anos de idade nos achamos invencíveis e o final é a última coisa em que pensamos. Somos donos de tudo o que vemos e não ligamos para o que pensam – pelo menos é o que queremos que os outros acreditem. Não vou mentir, ligo para o que os outros pensam de mim, mas mesmo assim tento ao máximo fazer com que isso não influencie em minhas escolhas. Não começaria a ir na igreja sete vezes por semana porque uma amiga da minha mãe pensa que bebo demais.

Quase sempre tem um gatilho, algo que dispara essa mudança tão radical. Pode ser um problema na família, de saúde ou de estrutura. Pode ser um problema com amigos, algo que você sempre fez, mas que dessa vez chateou alguém que você amava muito e essa pessoa resolveu te esquecer completamente. Ás vezes pode ser o amor, sim o amor, ou a paixão quem sabe, fazemos coisas imbecis por esses sentimentos que nem se eu pensasse por toda minha vida conseguiria explicar ao certo. O amor pode nos levar a ser o melhor para aquele que amamos, mesmo se isso não for o melhor para nós. E a paixão, bem a paixão ás vezes pode ser até mais arrebatadora no começo, pode ser uma mudança sexual, uma mudança de cidade ou até quem sabe uma pequena mudança de estilo. O que pode se ter certeza é que sempre será uma mudança sem muitas considerações, a paixão nos cega e não conseguimos ver o passado, o passado que foi um marco em nossa vida, e o deixamos pra trás como se não houvesse significado nada. A escolha de mudar pode ser boa, mas quase sempre é repudiada meses, ou na melhor das hipóteses, anos depois, e perdendo completamente o significado. Aí é quando relembramos do passado, lembramos o que fomos e percebemos que isso escapou entre nossos dedos, não podemos voltar ao que fomos, temos que mudar outra vez e nos adaptar.

Não me leve a mal, não estou dizendo que não mudei. Como disse em outros posts, eu não sou mais aquele garoto inocente que vê um amigo em todos os rostos. Hoje sou um questionador, assim que me definiria se pedissem. Mas o fundamental eu não mudei, eu ainda tenho o mesmo coração e penso da mesma maneira, só sou um pouco mais inteligente. Não nego que a mudança muitas vezes seja necessária, mas afirmo que mudar esquecendo o que ficou é burrice. Deixemos nosso passado intacto de alguma forma, porque um dia voltaremos, sempre voltamos.

Acabei de ler Música ao Longe de Erico Verissimo e ja estou na metade de Memória de minhas putas tristes de Gagriel García Márques.

Comprei A Caverna de José Saramago bem barato e novo em um sebo.

Semana passada andei pensando que essa não é a vida que eu quero. O curso que estou fazendo é extremamente chato e meu futuro seria trabalhar oito horas por dia atrás de uma mesa. Eu sei que vocês acham que esse pensamento pessimista não leva ninguém a lugar nenhum. Mas o lugar pra onde o pensamento positivo me levaria é definitivamente um lugar onde eu não gostaria de estar. Trabalho certinho, dinheiro o bastante (se é que exista esse termo), enfim, estabilidade. Essa palavra, estabilidade, meio que me assusta. Me imagino indo ao serviço todos os dias, ganhando um salário bom, morando com meus amigos e comprando as coisas que eu queria e não podia quando não trabalhava. Isso não são coisas necessáriamente ruíns, mas o que elas se tornam depois de um tempo definitivamente será algo ruím, pelo menos pra mim. Rotina, que quando é agradavel parece ser interessante, se torna um pesadelo.

Outra coisa que andei pensando essa semana foi em arrumar um trabalho normal com um salário não tão ruím e juntar grana para viajar, jogar tudo pro alto. Pegar o dinheiro necessário, colocar no banco, traçar uma rota, comprar barraca, mochila e se mandar no Brasil, ou quem sabe, no mundo. Conhecer, passar perrengue, criar histórias para contar e não pensar se no futuro você precisará ou não de estabilidade. Eu queria fazer isso sem arrependimento, mas acho que seria impossível. Eu penso muito no futuro, penso que se eu fizer isso, duraria um mês no máximo e quando eu voltasse eu não teria trabalho, continuaria na casa da minha mãe aos 22 anos (o que eu nunca quis e ainda não quero) e tudo que eu teria na minha bagagem seriam histórias. Isso deveria valer a pena. Mas hoje em dia não se pode vender histórias, na verdade pode, mas eu não sou a pessoa certa para vender histórias. Não sou bom em conta-las.

Então continuo pensando e vejo que eu poderia ter o primeiro, a chamada estabilidade e investir no segundo, a jogada de tudo para o alto. Parece ser um pensamento interessante, mas será que vale a pena sofrer por 8 meses e ter 1 de recompensa? A resposta eu não sei, queria que alguém me respondesse. Mas eu quero uma reposta explicada e que faça sentido. Porque quando começo a duvidar do que quero, nada mais faz sentido.

Os pensamentos são também um bando de crianças de todos os tamanhos, as mais variadas caras, vestidos de todas as cores, feios, bonitos, bons e maus. Os pensamentos são como alunos: sempre conversando em voz alta, sempre fazendo algazarra…

Erico Verissimo em Música ao Longe.

Todos temos segredos, alguns tempestuosos e incômodos e outros que chegam a ser engraçados. Eu mesmo tenho inúmeros, os tempestuosos eu nunca abrirei a boca para mencionar, os engraçados também não contarei por que o segredo não é só meu.
O negócio é que ter segredos é bom, os engraçados eu digo, ter aquela ligação com outras pessoas, que uma palavra mencionada pode causar um ataque de riso capaz de fazer os olhos se encherem de lágrimas é muito bom. Uma coisa que você faz em uma madrugada, com bastante álcool no organismo e amigos muito próximos reunidos. É o tipo de coisa que você lembrará pro resto da vida, vai chegar um momento em que você estará casado, individado, infeliz e entediado, mas vai olhar pra trás e se lembrar daquela madrugada de sábado em que coisas aconteceram e você vai sorrir, um sorriso sincero e por um momento você será feliz outra vez.
Essa semana mais um segredo foi incluido na minha coleção, um dos melhores diga-se de passagem. Um que ja me fez dar gargalhadas histéricas e não dormir por não conseguir parar de rir. É interessante como as coisas secretas acontecem, você nunca imaginaria que uma noite normal se transformaria em um marco na sua vida. E a vontade de fazer mais coisas proibidas, coisas que ninguém poderá saber nunca, percorre seu cérebro e corpo como se fosse uma droga. Sim. Provavelmente isso poderia ser considerado um vício, mais do que jogatina pelo menos.
Para finalizar aconselho a não contar o seu segredo para levar vantagem sobre alguém, é bem melhor quando ele fica guardado pra você e os outros participantes.

Acabei de ler uma crônica sobre amor virtual e senti uma vontade enorme de escrever sobre isso. Mesmo sem ter a menor idéia do que vou escrever.

A primeira coisa que me veio a cabeça foi que aquilo não era amor. Uma pessoa não pode ser completamente apaixonada pela outra sem sentir o cheiro, sem sentir o gosto ou sem sentir a textura da pele. Depois como sempre, penso como se eu estivesse errado. Penso como se por uma maldita irônia do destino eu conhecesse alguem por messenger e me ‘apaixonasse’. Penso, penso e penso. Não chego à nenhuma conclusão, parece um dos meus posts mesmo.

Hoje em dia, em namoros adolescentes, pra provar seu amor, o seu orkut deve estar todo enfeitado de maneira com que todos saibam quem é o felizardo que ganhou seu coração. A parte aonde se preenche o tipo de relacionamento deve estar marcado ‘casado(a)’, a imagem de exibição deve ter uma foto dos dois juntos, os depoimentos terão que ser melosos e com frases no estilo de ‘eu te amarei até que o último sol brilhe’ e os únicos scraps que não serão apagados vão ser aqueles recebidos pelo(a) amado(a). Não só no orkut, no msn o seu nome deverá ser mais ou menos assim: ‘FulanoS2Fulana – Você é a luz que entra pela minha janela de manhã’ e os seus grupos serão divididos assim: Pessoas insignificantes & Amor da minha vida. Acho isso tudo uma puta besteira, não que eu abomine pessoas que amam e dizem que amam, que lêem poemas e falem sobre a pessoa amada como se fosse a única coisa que o(a) mantém vivo(a), mas, tudo tem seu limite.
Começaria pela pronuncia desnecessária e precosse da frase ‘Eu te amo’. Porra, isso é uma coisa que pode mudar a sua vida, o amor muda seu jeito de olhar as coisas, muda totalmente sua concentração na vida e em outras pessoas. Com um mês de namoro, não da pra você ter certeza que essa é a pessoa com quem você quer passar o resto da sua vida, porra, nem com cinco anos da pra você ter essa certeza. E deixa as coisas tão mais interessantes quando você diz um ‘eu te amo’ sincero e esperado, não aquele por telefone, rápido e baixo com medo dos amigos ouvirem: ‘tchâmo’.
Todo mundo quer amar, mas não é por que você viu ela contra o sol e achou ela perfeitamente linda que sua vida vai se transformar numa comédia romântica ou será a razão pelo que as músicas românticas são escritas. Eu estou completamente longe do assunto. Voltando ao tópico.

A internet tornou as coisas muito fáceis, antigamente você iria a casa dela ou chamava ela pra tomar um sorvete e conversar sobre a possibilidade de um namoro, entregava uma flor com um sorriso timido ou dizia um ‘eu te amo’ que quase não saía da boca por conta da vergonha. Hoje marcam uma hora para conversar no msn e a flor é dada em forma de emotion, ou aqueles novos bonequinhos do orkut, buddypoke. O ‘eu te amo’ é escrito, e o outro não vê a sua vergonha e sua ansiedade na hora de dizer algo que estava preso dentro da sua mente à muito.

Pra finalizar. Eu não sou contra a paixão, mas não podemos confundir com amor. Nossa vida é muito mais do que um coração pelo messenger e um depoimento no orkut.

Semana passada aconteceu uma pequena argumentação sem alterações comportamentais entre minha prima e eu. Ela, evangélica fervorosa, ficou um tanto indignada com a minha indiferença para com as palavras escritas na bíblia. Eu, totalmente fanfarrão, dava risadas abusivas e altas e fazia perguntas que ela não conseguia responder. Sei que nem se eu entendesse do assunto, todas as minhas perguntas não a fariam mudar suas opiniões. Primeiro porque pra ela, sou algum tipo de enviado de lúcifer para carrega-la para o lado do mal. Segundo porque a teimosia possívelmente esta no sangue.

Depois dessa troca de opiniões entre nós, comecei a pensar, por alguns instantes, em como seria minha vida se eu a levasse de uma maneira como ela diz, bíblica. Daí saíram algumas outras gargalhadas bem sonoras. Primeiro, casar virgem, ela diz que é isso que ela quer e que aos 19 anos nem pensar em sexo pensa – o que sinceramente eu não acredito. Depois vem a música, segundo ela, o tipo de música que eu ouço, com solos de guitarra e baterias bem nervosas não é o tipo apropriado pra alguém que espera ser salvo por deus. Depois ela afirma que a única missão dela na terra é louvar o senhor e está aqui pra fazer o que ele manda – queria saber como ele dá as ordens, além da bíblia é claro -, se isso é verdade, porque diabos ela faz faculdade? É no mínimo engraçado, pra não dizer lamentável. O último aviso que ela me deu, foi para que eu tome uma decisão na minha vida, pois segundo ela, jesus está voltando.

Não sei se sou ateu, não tenho opinião completamente formada sobre isso. O que sei, é que não sou um cristão fervoroso, apesar de minha formação católica, e que não acredito em muito do que a bíblia diz. Sei do que me da prazer – sexo, cerveja, comida e rock and roll – e pra mim, viver a vida da melhor maneira possível é fazer o que te deixa melhor, comer o que te deixar melhor – nos dois sentidos -, beber o que te deixa melhor e ouvir o que te deixa melhor.

O mundo não é o mesmo de antes, outro dia li no blog do cardoso, um post sobre um padre, pastor, sei o que ele é, que estava organizando uma palestra onde ele expressava uma opinião um tanto quanto imbecil. O nome era assim “Campanha Anticamisinha: Sexo Seguro / Sexo Cristão”. Putaqueopariu, nego nunca ouviu falar de AIDS bixo?! Dessa vez não devo nem dizer que é engraçado, me sentiria mal por isso, é somente lamentável.

O pior é que tudo isso domina minha mente, não sei ao certo se estou realmente certo, não faço idéia se é um erro fatal que me condenará as chamas do inferno – e pra falar a verdade, nem me importo -, mas tem algo que não tiro da minha cabeça. Nós, julgamos os cristãos do mesmo jeito que eles nos julgam, é como uma guerra particular dentro de mentes e com palavras como armas. A maioria daqueles que se dizem ateus ou anticristos, tem a mesma certeza de que estão completamente certos e de que os cristãos estão completamente errados. Eu só sei que disso tudo, não tenho certeza de nada. O meu único medo, é o mundo acabar e eu não tiver meus flashs ultrarápidos com passagens da minha vida – isso é algo que devo abordar no próximo post. Pra onde eu for, não interessa.

« Página anteriorPróxima Página »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.